Talvez seja mais como disseste há bocadinho, que todos temos fendas. Como se todos nós começássemos por ser um pequeno barco. Depois vão-nos acontecendo coisas: Pessoas abandonam-nos, ou não nos amam, ou não nos percebem, ou nós não as percebemos a elas, e perdemos, falhamos ou magoamo-nos uns aos outros. E o barco vai abrindo pequenas fendas. E, sim, quando o barco abre fendas, o fim torna-se inevitável. Mas há imenso tempo entre o o momento em que as fendas começam a aparecer e o momento em que finalmente nos afundamos. E é só durante esse tempo que podemos ver-nos uns aos outros, porque conseguimos ver parar fora de nós mesmos através dessas fendas e para dentro dos outros através das fendas deles. Quando é que finalmente vimos um ao outro, cara na cara? Só quando viste as minhas fendas e eu vi as tuas. Antes disso, limitamo-nos a ver ideias um do outro, era como olhar para os teus estores mas nunca ver para o interior. Mas, quando se abrem fendas no barco, a luz consegue entrar. A luz consegue sair. John Green. (via nobroke)

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Porque você já não faz parte da minha vida e eu não me importo mais com isso, tinha me curado do vício de falar sobre você e de pensar em você. Mas depois eu sonhei com você, sonho esse que estou quase me convencendo que foi o meu subconsciente me dizendo que eu não me curei porra nenhuma e que eu amo você de uma maneira incrível e contraditória. Tati Bernardi.   (via nobroke)

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